Eu amo a voz do Patrick Stump.
Ele me deixa feliz.
Queria apertaaaaar ele! Fofo!
Adoro!
Segunda-feira, 15 de Junho de 2009
Quinta-feira, 4 de Junho de 2009
My shallow heart's the only thing that's beating
Quando fico reflexiva demais, imagino que minha vida é uma série. Consigo dividir minha vida em temporadas e episódios.
O episódio de hoje é "My shallow heart's the only thing that's beating".
Não devo contar spoilers, mas posso dizer que música toca na cena clímax:
"I walk a lonely road
The only one that I have ever known
Don't know where it goes
But it's home to me and I walk alone"
Green Day - Boulevard of Broken Dreams.
O episódio de hoje é "My shallow heart's the only thing that's beating".
Não devo contar spoilers, mas posso dizer que música toca na cena clímax:
"I walk a lonely road
The only one that I have ever known
Don't know where it goes
But it's home to me and I walk alone"
Green Day - Boulevard of Broken Dreams.
Quarta-feira, 13 de Maio de 2009
Bye bye, P. Sawyer

Estou há 24 horas tentando me recuperar da saída de Chad Michael Murray e Hilarie Burton de One Tree Hill.
Tá, não ligo pra Lucas 'Boring' Scott.
Mas eu não sei se supero a morte de mais uma heroína de série. Marissa Cooper me faz falta até hoje. Viver sem Marissa e agora sem Peyton Sawyer, realmente, faz meu mundo de seriados ficar bem menos feliz.
Isso sem falar em Izzie Stevens.
Só me resta rezar a Santa Shonda Rhimes para salvar a vida de Izzie.
Sábado, 18 de Abril de 2009
Eu Não Consigo Ser Feliz o Tempo Inteiro
Eu sei, meu aprendizado na vida terrena é conseguir ser uma pessoa tolerante.
Aos trancos e barrancos e, sim, muito consciente, vou fracassando.
Tudo bem.
Sei que custa a quase todos que me rodeiam entender que perguntas do tipo "Você tá feliz?" e "Tá gostando de 'xyz'?" me deixam pro-fun-da-men-te irritada.
Talvez eu seja mesmo a figura caricata da 'bitch' esquizofrênica.
Tudo bem outra vez.
Eu só não consigo (e nunca consegui na vida inteira) ser o tipo felizinho e na busca desenfreada da felicidade.
Acho que a felicidade é sempre o que temos no momento. E isso não significa que você tenha que sair por aí dando saltinhos e cantando sua música favorita.
As pessoas têm uma mania irritante de achar que gente feliz é aquela que se reconhece a quilômetros, de pele boa, sorriso no rosto e, certamente, com um parceito fixo (!).
Se ser feliz for só isso, sério, prefiro ser infeliz desse meu jeito mesmo.
E dentro de outros clichês baratos, me permito não experimentar a verdade absoluta das mulheres que é ser mãe, parir 12 filhos e "encontrar a razão da existência".
Pra mim, a razão da existência é poder ser quem você é ou ser quem você pode ser. Eu me recuso a ficar me esforçando pra ser o tipo de humano feliz padrão.
Acho pobre, acho raso.
Eu adoro o conceito "Viva rápido, morra jovem e deixe um cadáver bonito", mas prefiro viver do meu jeito torto mesmo. Sim, eu sou mau humorada, intolerante e cada vez mais sem amigos. Não sei se porque eles não me aguentam ou eu que não os aguento.
Não importa. Eu só quero que as pessoas parem de me fazer perguntas.
Porque no mundo que eu vivo, realmente, não dá pra ser feliz o tempo inteiro.
E aqui também não é crime estar infeliz, sentir raiva e escolher a solidão.
Afinal, pra quê inventaram o iPod, os DVDs e a internet?!
Não se usa mais conversar.
Aos trancos e barrancos e, sim, muito consciente, vou fracassando.
Tudo bem.
Sei que custa a quase todos que me rodeiam entender que perguntas do tipo "Você tá feliz?" e "Tá gostando de 'xyz'?" me deixam pro-fun-da-men-te irritada.
Talvez eu seja mesmo a figura caricata da 'bitch' esquizofrênica.
Tudo bem outra vez.
Eu só não consigo (e nunca consegui na vida inteira) ser o tipo felizinho e na busca desenfreada da felicidade.
Acho que a felicidade é sempre o que temos no momento. E isso não significa que você tenha que sair por aí dando saltinhos e cantando sua música favorita.
As pessoas têm uma mania irritante de achar que gente feliz é aquela que se reconhece a quilômetros, de pele boa, sorriso no rosto e, certamente, com um parceito fixo (!).
Se ser feliz for só isso, sério, prefiro ser infeliz desse meu jeito mesmo.
E dentro de outros clichês baratos, me permito não experimentar a verdade absoluta das mulheres que é ser mãe, parir 12 filhos e "encontrar a razão da existência".
Pra mim, a razão da existência é poder ser quem você é ou ser quem você pode ser. Eu me recuso a ficar me esforçando pra ser o tipo de humano feliz padrão.
Acho pobre, acho raso.
Eu adoro o conceito "Viva rápido, morra jovem e deixe um cadáver bonito", mas prefiro viver do meu jeito torto mesmo. Sim, eu sou mau humorada, intolerante e cada vez mais sem amigos. Não sei se porque eles não me aguentam ou eu que não os aguento.
Não importa. Eu só quero que as pessoas parem de me fazer perguntas.
Porque no mundo que eu vivo, realmente, não dá pra ser feliz o tempo inteiro.
E aqui também não é crime estar infeliz, sentir raiva e escolher a solidão.
Afinal, pra quê inventaram o iPod, os DVDs e a internet?!
Não se usa mais conversar.
Sábado, 28 de Março de 2009
Quarta-feira, 11 de Março de 2009
Esses humanos!
Fiquei me sentindo assim hoje:
Esses humanos que circulam
Pela cidade aí afora
Eu não aguento, eles querem me conquistar
Eu não aguento, eles querem me controlar
Querem me obrigar a ser do jeito que eles são
Cheios de certezas e vivendo de ilusão
Mas eu não sou, nem quero ser igual a quem me diz
Que sendo igual, eu posso ser feliz
Esses humanos!
Tokyo - Humanos
Irado demais lembrar disso, né?
Esses humanos que circulam
Pela cidade aí afora
Eu não aguento, eles querem me conquistar
Eu não aguento, eles querem me controlar
Querem me obrigar a ser do jeito que eles são
Cheios de certezas e vivendo de ilusão
Mas eu não sou, nem quero ser igual a quem me diz
Que sendo igual, eu posso ser feliz
Esses humanos!
Tokyo - Humanos
Irado demais lembrar disso, né?
Domingo, 8 de Março de 2009
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